O vento leve passa
e abre minha mão,
busco um beijo teu.
Minha nuca arrepia entre teus dentes,
me perco nas linhas das tuas mãos
e me equeço,
o tempo guardado no teu bolso
quer gritar,
silencia ele!
Vem, depressa,
beija a minha boca
que é no beijo
que o tempo cala.