sexta-feira, 24 de outubro de 2008

o,


O vento leve passa
e abre minha mão,
busco um beijo teu.

Minha nuca arrepia entre teus dentes,
me perco nas linhas das tuas mãos
e me equeço,
o tempo guardado no teu bolso
quer gritar,
silencia ele!

Vem, depressa,
beija a minha boca
que é no beijo
que o tempo cala.

Um comentário:

Anônimo disse...

A poesia-você é um gosto sem tempo.
Linda!