Quero ser amada como uma prostituta.
Não quero as juras ilusórias de um amor puro,
Quero o amor dos corpos,
A sinceridade dos amantes efêmeros.
Não quero as juras ilusórias de um amor puro,
Quero o amor dos corpos,
A sinceridade dos amantes efêmeros.
Não quero a vida de princesas ou deusas,
Que moram em castelos de areia
Aonde o mar não chega.
Preciso sentir o sal das ondas presentes,
Vivas e avassaladoras em tempestade.
Beijar as bocas de palavras cuspidas
E envenenadas de amor sujo.
E, ao final, vomitar desejos
Carregados de pérolas libidinosas
Carregados de pérolas libidinosas
- porque é a concha que guarda os maiores amores.
2 comentários:
quem vê esse desejo?quem o requer e o oferece?
é a latência das palavras que sabemos que possuis entre outras coisas que sabemos que possuis!!
quem lê esse poema e realmente não vive ou nunca viveu esses quereres...já pode ter idéia deles!e quem vive isso sofre, por saber de fato do doceamargo de que fala teu poema.......
Dario Jaime Sousa
Lua tenho tudo do que falas nesse poema...
e nada disso me basta!!!!!
Dario Jaima Sousa
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